Foi no Madison Square Garden, em Nova York, que Marilyn Monroe transformou “Parabéns a você” numa música sensual e seduziu publicamente o então presidente dos EUA, John F. Kennedy. É esse o maior evento da história do local? Impossível afirmar. Mas fato é que o Madison também foi palco de outros acontecimentos importantes, inclusive pro basquetebol. Um deles aconteceu no dia 19 de junho de 1984, uma despretensiosa terça-feira. Nesse dia, no palco do Felt Forum, dentro do Madison Square Garden, o então comissário da NBA, David Stern, anunciou que o Chicago Bulls draftaria, na terceira posição, Michael Jeffrey Jordan, o cara que ao longo das duas décadas seguintes popularizaria o basquete ao redor do mundo - o grande responsável por fazer com que a gente esteja falando sobre NBA no Brasil neste momento. Seis vezes campeão, 6x MVP de Final, 5x MVP da liga, 10x cestinha da temporada, o cara tem a maior média de pontos da história (30.1ppg), virou um mito do esporte e sua carreira é tida como a melhor sucedida de todos os tempos. Pensando agora, mais de três décadas depois do seu draft, parece mesmo que deu tudo sempre certo pro menino Michael, mas a realidade não é bem essa. Daquela noite do dia 19 de junho de 1984 até o dia que Jordan acendeu seu primeiro charuto de comemoração ao título, passaram-se 2564 dias. O que aconteceu na vida de um dos maiores atletas da história durante esses dois milhares e meio de dias nos quais ele ainda não era um campeão? É disso que a gente vai falar aqui nessa série. Entre em www.homensbrancosnaosabemblogar.tumblr.com e veja a série inteira!