PONTE PRETA 2 X 0 GUARANI, Os dois times fizeram mistério durante toda semana para apimentar o clima do clássico. Porém, as mudanças mais profundas foram feitas pelo lado do Guarani. Giba Maniaes mudou o time em três posições. Pelo lado direito, o volante Dadá ganhou a vaga na lateral, com o zagueiro Gabriel fazendo a marcação pelo setor. Lusmar ficou responsável por auxiliar João Paulo, que voltava ao time depois de quatro jogos, na lateral-esquerda. Com isto, o treinador bugrino fechou muito bem os espaços pelo lado forte da Ponte Preta, o esquerdo. Desta forma, os primeiros minutos foram de muito estudo e marcação. Se por uma lado, Renatinho, o principal pensador da Macaca, era seguido de perto por Lucas, Xaves era quem ficava responsável por vigiar de perto as ações de Jefferson Luis. Acostumada a fazer forte pressão nos primeiros minutos de seus jogos dentro de casa na Série B, a Ponte Preta viu o Guarani criar a primeira grande chance de arir o placar. Aos nove minutos, João Paulo fez o cruzamento longo pelo lado esquerdo, Denilson subiu mais que Uendel e cabeceou firme. A bola explodiu no travessão de Julio Cesar e saiu por cima do gol. O time da Ponte Preta tinha muitas dificuldades em chegar criar jogadas de gol. Se movimentandos bastante, Ricardinho e Renatinho tentavam encontrar Ricardo Jesus em condição de finalizar. Bem marcado, o artilheiro da Série B praticamente não pegou na bola. Porém, aos 26 minutos, em sua primeira troca de passes com qualidade, a Macaca saiu na frente. Com a marcação adiantada, Renatinho roubou a bola no campo de ataque e deu um passe curto para Ricardo Jesus pelo lado direito. O camisa nove da Ponte cruzou em direção ao gol. Como uma flecha, Ricardinho invadiu à área em diagonal, antecipou a marcação e deu um leve desvio, que foi suficiente para fazer a bola passar por Emerson e balançar as redes. Na frente do marcador, a Ponte Preta recuou muito e deixou todo espaço para o Guarani jogar, porém, o trio de ataque bugrino formado por Jefferson Luis, Fernandão e Denilson não conseguiam se entender e o time não tinha enormes difilculdades em penetrar na defesa bugrina. Segundo tempo Tentando oxigenar seu ataque colocando Geílson ao lado de Denílson, porém, em sua primeira chegada a Macaca conseguiu ampliar o marcador. Aos sete minutos, pelo lado esquerdo, Renatinho passou por dois marcadores e dentro da área finalizou. A bola bateu em Emerson e sobrou limpa para Ricardo de Jesus tocar para o gol vazio. Logo em seguida, o Guarani conseguiu diminuir o placar, porém o lance foi anulado pela arbitragem. Isto porque após cruzamento de Geilson pelo lado esquerdo, Jefferson Luis teria empurrado Ferron na entrada da área antes da bola sobrar para Mika finalizar na entrada da área. Com a entrada de Fabinho e Felipe, o Guarani ganhou em mobilidade e velocidade, mas faltava aproximação a estes jogadores. No entanto, aos 27 minutos o Bugre quase diminuiu o marcador. Em cobrança de falta distante, Dadá tentou surpreender Julio Cesar, mas o goleiro da Macaca conseguiu se recuperar e tocar com a ponta dos dedos para escanteio. Antes do final da partida deu tempo da arbitragem anular mais um gol do Guarani. Aos 44 minutos, depois de bola desviada por Geilson, Fabinho tocou de cabeça para o gol, mas o assistente assinalou impedimento. Próximos jogos A Ponte Preta volta a campo contra o Bragantino no próximo sábado, às 16h20, no Estádio Moises Lucarelli, em Campinas. Um dia antes, às 21 horas, o Guarani enfrenta o ASA, no Estádio Coaracy da Mata, em Arapiraca
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Salgueiro 2 X 1 Criciúma, Em Paulista, na Grande Recife, Alemão e Clébson balançaram as redes para a equipe nordestina, enquanto Rogério marcou para o time catarinense.
Torcida do Guarani coloca fogo no estádio Moises Lucarelli -- Ponte Preta 2 X 0 Guarani 16.07.2011
Mesmo precisando da vitória para ficar com a taça, e jogando em casa, a Chapecoense não conseguia pressionar o Criciúma no começo do jogo. O Tigre era mais efetivo e chegava com mais frequência ao ataque. Mas no contra-ataque o Verdão por pouco não saiu na frente aos 12 minutos. Aloísio invadiu a área, chutou forte e a bola explodiu na trave, se perdendo pela linha de fundo. Apesar do Criciúma ter maior posse de bola, a Chapecoense levava mais perigo quando chegava ao ataque. Aos 23 minutos, o Verdão criou outra oportunidade de marcar. Neílson aproveitou contra-golpe e chutou cruzado, Andrey tentou a defesa mas a bola escapou. Carlinhos afastou a bola e evitou o primeiro gol dos donos da casa. O Verdão cresceu no final do primeiro tempo, e teve boas chances de inaugurar o marcador. Aos 40 minutos, o atacante Aloísio entrou na área com a bola dominada e chutou cruzado. O goleiro Andrey se atrapalhou novamente ao se chocar com a trave e afasta para fora. Aos 43, Neílson chutou forte e Andrey deu rebote, mas não apareceu ninguém para estufar as redes. Gol contra dá o título ao Verdão A Chapecoense voltou para o segundo tempo mais agressivo e criou duas chances nos primeiros minutos. A primeira delas foi com Neílson, que bateu de dentro da área e Andrey fez grande defesa. Na sobra, Everton Cezar mandou para fora e desperdiçou grande oportunidade de colocar a Chapecoense em vantagem. Aos 23 minutos, o Verdão enfim saiu na frente e fez a festa da torcida. Após cruzamento para a área, Diogo Roque bateu e a bola desviou em Carlinhos Santos, indo morrer nas redes do Tigre. Com o revés no placar, o Criciúma se mandou ao ataque em busca do gol que lhe daria o título, mas a Chapecoense se segurou e festejou o quarto título estadual. Ficha Técnica Chapecoense 1 x 0 Criciúma Local: Arena Condá, em Chapecó (SC) Árbitro: Paulo Henrique de Godoy Bezerra Assistentes: Kleber Lúcio Gil e Marco Antônio Martins Cartões amarelos: Mika, Roni, Rogélio, Fábio Santana, Schwenck e Pirão (Criciúma); De Lazzari, Cléverson, Thoni (Chapecoense) Gols: Carlinhos Santos, aos 23'/2T (contra) (Chapecoense) Chapecoense Rodolpho; Dema, De Lazzari (Neném) e Diogo Roque; Thoni, Everton Garroni (Everton Cezar), Marcos Alexandre, Cléverson (Cleber Goiano) e Badé; Neílson e Aloísio. Técnico: Mauro Ovelha. Criciúma Andrey; Fábio Santana (Talles Cunha), Nirley (Rogélio), Toninho e Pirão; Carlinhos Santos, Mika (Pedro Carmona), Henik e Diogo Oliveira; Roni e Schwenck. Técnico: Edson Gaúcho.